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UM BRINDE A 2021!- VENCEDORES DOS MESES DE NOVEMBRO E DEZEMBRO DOS CASAMENTOS À BEIRÃO 2020

E 2020 chegou ao fim! Agora que 2021 começou queremos dar as boas notícias a estes vencedores dos últimos dois meses do nosso Passatempo Casamentos à Beirão! 😍
Estas foram as histórias que nos emocionaram ao longo do ano mas foram muitas outras que nos aqueceram o coração. 
Agradecemos a todos os fãs de Licor Beirão que participaram e desejamos as maiores Felicidades para esta nova aventura que está prestes a começar! ❤️

 

AS HISTÓRIAS VENCEDORAS 

Elodie e Armindo

"A nossa história de amor nasce há meia dúzia de anos... mas meia dúzia, bem precisa!!! Mais concretamente a 06 de Junho de 2014! Porém, foi em setembro de 2013 que os nossos olhares se cruzaram pela primeira vez... Era uma noite de Beirão no final do verão. A lua estava a sorrir e o álcool a subir.

Apesar da nortada poveira, permanecíamos quentes e crentes numa noite de diversão. No berço das noitadas, o Henrique reuniu as tropas e identificou os resistentes que, por entre Morangão, Caipirão e Mojitos Beirão, rumaram a novo destino para um Beirão Tónico final. 

Já se dizia nos anos 50 “PEÇA EM TODA A PARTE LICOR BEIRÃO”. Nas trincheiras, estava a rainha da festa de seu nome Elodie, brilhante e cintilante estava protegida pelas muralhas da amizade feminina que impediam grandes aproximações. Quando o Henrique a avistou, abismado ficou. Esteve na dúvida se a doce visão era do Beirão ou alucinação.

Então aproximou-se e descobriu que afinal era mesmo paixão. Congelado pelo sentimento, informou o seu batalhão do acontecimento. O ataque à muralha, abriu caminho para a troca de números entre nós. As doze badaladas.... do meio dia, estavam próximas e sem deixar sapato mas um grande encanto, a princesa fugiu. Alegre com o número, o Henrique prosseguiu, longe de imaginar que mais de 6 messes iria ter de esperar para a conquistar.

Assim como o Licor Beirão, o nosso amor nasceu num mundo mágico e de sentimentos doces. Um mundo em que se acredita no amor à primeira vista e num amor que, tal como este Licor, é capaz de fazer o tempo durar para sempre."

 

Sara e Benjamim

"O meu noivo é belga, nunca tinha provado nada que fosse português! Quando começamos a sair juntos, decidi preparar um jantar tipicamente português para lhe dar a conhecer as iguarias do nosso país e para lhe mostrar todo o meu talento culinário!

Como sou fã de Licor Beirão há muito tempo achei que era uma excelente opção para terminar a refeição.  E não é que ele adorou?! Acabou por ficar também ele fã do Licor e da cozinheira.. resultado da história: 3 anos mais tarde vamos casar e gostaríamos imenso de presentear os nossos convidados com a lembrança deste licor, que fará sempre parte do nossa história de amor!"

 

Maria e André

"Era o meu primeiro dia de trabalho. O chefe levou-me a percorrer o hospital e a conhecer os novos colegas. Na primeira paragem estava o André, com ar muito sério e profissional. O chefe apresentou-nos: “Maria, este colega é o enfermeiro André, e por acaso também trabalhou durante uns anos em Espanha, como tu!”. Eu fiquei toda contente, porque me sentia imersa naquele nervoso miudinho típico de quem está no primeiro dia de um novo trabalho, e aquela oportunidade de meter conversa pareceu-me irrecusável. Saí-me com um “ah, mira, que bien! Entonces podemos hablar en español, verdad?”

Dito isto, fui logo brindada com um “Eu não falo espanhol!” em tom monocórdico, devidamente acompanhado de um ar sisudo e cara de tacho. Bom, com cara de tacho fiquei eu, na verdade, que tive logo que desfazer o sorriso nervoso, e transformá-lo gradualmente num sorriso amarelo antes de metê-lo disfarçadamente no bolso. Escusado será dizer que, ainda hoje, quando o quero picar, pergunto-lhe se já fala espanhol comigo. É a vidinha.

Desde esse (in)esquecível primeiro encontro, passou-se quase um ano em que trabalhamos como colegas em turnos ocasionais, e íamos trocando alguma conversa avulso, essencialmente sobre viagens, a paixão que mais tínhamos e temos em comum. De resto, sempre fomos bem diferentes.

Eu com um filhote de 4 anos na altura, ele convicto que nunca quereria ser pai, eu menina criada na cidade, ele na aldeia, eu que tinha um telemóvel de 1930, salvo erro, ele que tinha sempre os últimos modelos que saíam “ah porque não sei quê das configurações e atualizações” e sei-lá-eu-ainda-hoje-de-que-está-ele-a-falar...No final desse ano tivemos um jantar. E esse jantar teve Licor Beirão. Depois do terceiro brinde com Beirão, descobri que se chama: (por favor, rufar de tambores).... Carlos André! 

E o resto é uma bela história de amor. Encontrei um companheiro que amo profundamente, apesar de todas as diferenças - que afinal são só na superfície e não lá por dentro. No fundo, até somos mais parecidos do que pensávamos. Tem uma relação maravilhosa com o meu filho, que me emociona até ao tutano. Quer ter bebés no futuro. Pediu-me em casamento e brindamos com beirão.  E este ano íamos mesmo casar, a 26 de Setembro, mas toda a incerteza deste tempo atípico levou-nos a adiar.

Além disso, achamos que as fotografias não iam ficar favorecidas com as nossas caras marcadas pelas  máscaras e viseiras. Mas no próximo ano há-de haver famílias reunidas sem medo, abraços e casamento.  Casamento adiado, casamento abençoado, não é, licor beirão? Até dá um certo ânimo.

Que venha o próximo ano então, com muita saúde para todos. Um brinde com beirão à vida, e um segundo à felicidade. Um terceiro brinde para vos confessar que o Carlos André vai casar com uma Maria que tem também segundo nome... a Maria da Conceição."

 

Ana Margarida e Marco 

"Eu e o meu namorado (digo, futuro marido!), conhecemo-nos a vida toda, apesar de nunca termos falado um com o outro. Isto porque, apesar de vivermos os dois em pontos distintos de Lisboa, passamos sempre as férias de Agosto na mesma aldeia - perto de Viseu - de onde os nossos pais são naturais.

Ele é 3 anos mais velho que eu, e nas festinhas da aldeia sempre o vi rodeado de raparigas bonitas e mais velhas, daí nunca ter tido coragem de falar com ele. No entanto, tudo mudou num dia quente de Setembro. Estava com duas amigas, e decidimos ir passear pela Baixa Lisboeta. De ruela em ruela, acabámos por subir até ao Castelo de S. Jorge.

Uns instantes depois de apreciar aquela vista magnífica, vejo (o meu agora namorado) sentado em baixo de uma árvore com uns amigos, a beber licor Beirão e com um chapéu de palha na cabeça.

As minhas amigas logo vêem os meus olhos brilhantes e me encorajaram a ir falar com ele! “Mas o que lhe digo?”, pergunto eu, a sentir as pernas a fraquejar. “Inventa qualquer coisa, diz-lhe que gostas do chapéu que está a usar!”.

E assim foi. Sem ter nada a perder, dirigi-me a ele com o olhar mais inocente do mundo - disse-lhe que gostava do chapéu que ele estava a usar e perguntei-lhe se sabia onde podia arranjar um para mim. Ele logo me respondeu com o seu ar de engatatão, que se eu o deixasse pagar-me um licor Beirão, me oferecia um chapéu (espertinho!). Obviamente que aceitei. Acontece que havia uma barraquinha de licor Beirão instalada dentro do Castelo, que naquele dia oferecia um chapéu de palha a quem consumisse.

Assim, acabámos por nos juntar todos, os amigos dele e as minhas amigas, a beber licor Beirão e a apreciar o pôr do sol espectacular no Castelo de S. Jorge. Quando nos despedimos, ainda me deu o seu número.

Depois de alguns anos de namoro, vamos casar para o próximo ano - e tudo graças ao licor Beirão e à oferta do magnífico chapéu!! :)

PS: Quando escolhemos a quinta onde se vai realizar o nosso copo de água, um dos nossos requisitos foi que o licor Beirão estivesse presente na lista de bebidas à descrição - nem poderia ser doutra forma!"


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